Em Buriti Bravo, obras em praças estão mais paradas que água de cacimba



Na tentativa de impressionar aqueles que se faziam presentes nas festividades de aniversário do município, o prefeito se enrolou no planejamento de execução das obras de revitalização das praças Coronel Moreira Lima e José Costa sobrinho.

A moreira Lima foi iniciada em 28 de maio com entrega para o próximo dia 29 de setembro, custando R$ 1.044.643,00 (um milhão quarenta e quatro mil e seiscentos e quarenta e três reais).




Já a praça José Costa Sobrinho, começou a receber o serviço um dia depois com término previsto para 24 de novembro deste ano no valor de R$ 714.285,71 (setecentos e quatorze mil duzentos e oitenta cinco reais e setenta e um centavos). 

Você não acha muito dinheiro para apenas uma "revitalização"? Valores correspondentes a construção de ginásios de esportes, escolas, etc...

Além do atraso, foram constatadas algumas irregularidades no início das obras, vejamos: um trator da prefeitura trabalhando na construção; operários sem fardamento e os equipamentos de proteção individual e ausência dos "tapumes"(vedação provisória feita de tábuas e outros materiais que separa a obra da rua). 

Dentre essas que se pode notar, existe outra que mais chama atenção, a informação de qual é a empresa responsável pela execução dos serviços? Cadê as placas com o nome dela?

O prefeito em seu programa de rádio tentou se justificar atribuindo o atraso a "crise no país". Agora toda coisa jogam a culpa na crise! Ora, quando começou o serviço a crise já existia. Então, por que iniciou?

Tentando amenizar a lambança, ele disse que iria pedir para seu secretário de Obras finalmente cercar o entorno do terreno. Mas isso quem deveria executar não seria a empresa? Ou a prefeitura está trabalhando por ela? Aí tem coisa, hein.

Depois dos apelos da vereadora Raimunda Helena na câmara, eis que agora estão tentando remediar o estrago molhando o local, algo que nem adianta tanto pois com a intensa insolação que a natureza nos dar, acaba secando rapidinho.

Enquanto não se resolve nada, os comerciantes sofrem com os prejuízos com a perda de mercadoria por causa das contantes poeiras, perda de venda por não poder expor alguns produtos, e a invasão da terra dentro dos estabelecimentos.

Os transeuntes também são afetados pelo desconforto das cortinas de terra que propiciam doenças respiratórias. Pelo andar da carruagem, a coisa tá muito feia. Mas quem sabe um milagre aconteça, né?

Reportagem: Gilson Rangel

Comentários

  1. EM BURITI BRAVO NADA SEGUE EM FRENTE,NADA TEM FUTURO

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  2. EM BURITI BRAVO NADA SEGUE EM FRENTE,NADA TEM FUTURO

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  3. É recurso da UNIAO? ouvidoria = a auditoria. Se não for recurso da UNIAO aguente quem puder.

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  4. Onde fica a preservação cultural? E pensar que nesse governo tem gente que diz conhecer e apreciar a cultura buriti-bravense, mas prefere se calar a ter que abrir mão das regalias como receber por um cargo que ainda não demonstrou prestar um só serviço para o qual foi designado (a)... nesse caso, vão-se os dedos para que fiquem os anéis. Aff

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